Olá pessoal

Setembro 18, 2008 por douglaskaustchr

“Só é útil o conhecimento que nos torna melhores.”
Socrates

Sejam bem-vindos ao blog douglaskaustchr, aqui você encontra material sobre informática, estilo de vida, carreira e muito mais…

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7 dicas extras para apresentações impecáveis no Power Point

Novembro 25, 2008 por douglaskaustchr

Apresentações são um tema recorrente por uma razão simples: a necessidade de realizá-las é cada vez mais comum, e o despreparo de muitos palestrantes faz com que cada vez mais pessoas busque aperfeiçoar suas habilidades nesta área, para não fazer feio quando chegar a sua vez.

Vamos tratar de algumas dicas que vão além dos slides em si. Como agir e se portar para melhorar a sua chance de fazer uma apresentação matadora no sentido figurado – e não no sentido literal ;-)

Vamos às 7 dicas:

  1. Vá devagar: palestrantes inexperientes inconscientemente aceleram seu ritmo para tentar compensar suas preocupações e até mesmo a eventual inclusão de conteúdo além do necessário. Fale devagar, e não “corra” os slides. E leve isso em conta na hora de definir o conteúdo!
  2. Coloque a parte importante no início: Quantas vezes você já viu um palestrante ou professor cometer o erro de deixar a parte mais importante para o final, aí acabar gastando com os assuntos iniciais mais tempo do que havia planejado, ficando sem tempo para apresentar com qualidade o “filé mignom” do seu tema? Apresentação não é novela, você não precisa guardar as surpresas para o final. Reduza a introdução e vá direto ao ponto, detalhando e fundamentando depois.
  3. Fale para fora: Você precisa ser ouvido. Fale em voz alta o suficiente, pratique antes com o microfone, faça o que for necessário para poder ser ouvido com conforto e sem esforço.
  4. Chegue CEDO: BEM cedo! Montar sua estrutura, copiar os arquivos para o micro conectado ao projetor, testar para ver se está tudo certo, corrigir os eventuais problemas, se ambientar… Você tem uma série de atividades a desempenhar antes do início da palestra, e o momento de realizá-las não é depois que o auditório já lotou.
  5. Não peça desculpas antecipadas: Não “chore pitangas”, como se diz aqui no Sul. Quando um apresentador inicia sua palestra pedindo desculpas por estar nervoso, por não ter preparado uma apresentação mais adequada ao público a que se dirige, por sua voz às vezes falhar ou por qualquer outra circunstância ainda não ocorrida, ele chama a atenção para esta situação e *garante* que o público irá notar. Não faça. Por outro lado, se você cometer um erro ou estiver em situação extrema – afônico, por exemplo – aí sim é o caso de se desculpar imediatamente.
  6. Saiba ganhar tempo – Treine com antecedência a sua atitude diante de perguntas do público, para não fazer como a maioria dos palestrantes de primeira viagem, que mandam logo um longo “Ééééééé…” de 15 segundos, seguido do insuportável “Veja bem”. Comentar a pergunta em si, no estilo “Esta é uma ótima pergunta, e eu fico feliz que tenha surgido agora, porque ajuda a trazer o tema mais perto da realidade de vocês” é uma estratégia eficaz para ganhar os segundos que você precisa para concatenar em sua mente a resposta em si. Mas pratique antes, porque na hora precisa fluir naturalmente.
  7. Divirta-se: No começo é difícil, mas a possibilidade de divertir-se preparando e fazendo uma apresentação aumenta com o tempo, conforme você vai ficando menos mecânico e mais natural. Descubra onde estão suas limitações e resolva-as, de forma a poder aproveitar melhor as excelentes oportunidades que são as apresentações.

 

 [fonte: efetividade.net]

As 12 perguntas mais freqüentes numa entrevista de emprego

Novembro 25, 2008 por douglaskaustchr

Tem uma entrevista de emprego e não sabe o que vão perguntar? Nós daremos uma ajuda para saber o que responder. Leia com atenção, treine e boa sorte!

1. Fale sobre si.
Esta pergunta é quase obrigatória em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.
2. Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?
Seja específico e tente aproximar, de alguma forma, os seus objetivos aos da própria empresa. Respostas como “ganhar bem” ou “aposentar-se” são totalmente proibidas.

3. O que o levou a enviar o seu curriculum a esta empresa?
Aproveite esta deixa para demonstrar que fez o seu “trabalho de casa” e fale sobre a atividade da empresa e a forma como o posicionamento desta a torna uma empresa de elevado interesse para qualquer profissional. Naturalmente, para responder a esta pergunta, é preciso fazer previamente uma pesquisa sobre a empresa. Vá ao site institucional, faça pesquisas usando mecanismos de busca, leia revistas da especialidade e converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam lá.

 

4. Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?
O que é pretendido com esta questão, é que os candidatos sejam capazes de identificar uma situação em que tenham sido confrontados com um problema ou dúvida, e que tenham sido capazes de analisar alternativas e consequências e decidir da melhor forma.

5. O que procura num emprego?
As hipóteses de resposta são várias: desenvolvimento profissional e pessoal, desafios, envolvimento, participação num projeto ou organização de sucesso, contribuição para o sucesso da sua empresa, etc.

6. Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
Um “não” a esta pergunta pode destruir por completo as suas hipóteses de ser o candidato escolhido, demonstre-se capaz de trabalhar por prazos e dê exemplos de situações vividas em trabalhos anteriores.

7. Dê-nos um motivo para o escolhermos em vez dos outros candidatos.
Esta é sempre das perguntas mais complicadas mas o que se espera é que o candidato saiba “vender” o seu produto. Isto é, deverá focar-se nas suas capacidades e valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.

8. O que você faz no seu tempo livre?
Seja sincero, mas sobretudo lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.

9. Quais são as suas maiores qualidades?
Aponte aquelas características universalmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência.

10. E pontos negativos/defeitos?
Naturalmente que a resposta não poderá ser muito negativa, pois serão poucas as hipóteses para um profissional que diga ser desorganizado, desmotivado ou pouco cumpridor dos seus horários.
Assim, o truque é responder partindo daquilo que normalmente é considerado uma qualidade mas agravando-o de forma a parecer um “defeito”. Ou seja, exigente demais, perfeccionista, muito auto-crítico, persistente demais, etc.

11. Que avaliação faz da sua última (ou atual) experiência profissional?
Não se queixe e, em caso algum, critique a empresa e respectivos colaboradores. Diga sempre alguma coisa positiva, ou o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa. Se começar a apontar defeitos ao seu emprego anterior correrá o risco de o entrevistador achar que o mesmo pode acontecer no futuro relativamente aquela empresa.

12. Até hoje, quais foram as experiências profissionais que lhe deram maior satisfação?
Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.

10 erros mais frequentes em redação

Outubro 16, 2008 por douglaskaustchr
 1º. Para “mim” fazer: o “mim” não faz, porque não pode ser sujeito.

2º. “Há” cinco anos “atrás”: há e atrás indicam passado na frase. Dessa forma deve-se usar apenas “há cinco anos” ou “cinco anos atrás”.

3º. Venda “à” prazo: não se usa o acento grave antes de palavra masculina, a não ser que esteja subentendida à moda.

4º. Todos somos “cidadões”: o plural de cidadão é cidadãos.

5º. Entre “eu” e você: Depois da preposição, usa-se mim ou ti.

6º. Que “seje” eterno: o subjuntivo de ser e estar é seja e esteja.

7º. Ela é “de” menor: neste caso o “de” não existe.

8º. Creio “de” que: não se usa a preposição “de” antes de qualquer “que”.

9º. Ela veio, “mais” você, não: usa-se neste caso o “mas”, conjunção, que indica restrição, ressalva.

10º. Falo alto porque você “houve” mal: neste caso o houve é pretérito do verbo haver (existência), ao se referir à audição usa-se “ouve”.

Eliene Percília
Equipe Brasil Escola

 

Falar em público – Como transmitir a idéia certa sobre você

Setembro 20, 2008 por douglaskaustchr

Ser inteligente não basta, é preciso transmitir a impressão de inteligência e confiança ao fazer apresentações ou falar em reuniões.

Profissionais especializados em ensinar as pessoas a usar sua capacidade de comunicar não são novidade. No Brasil temos um exemplo bastante conhecido para quem é “do ramo”: Glorinha Beuttenmüller, a fonoaudióloga que praticamente moldou o padrão de expressão do telejornalismo brasileiro.

E eventualmente estes profissionais compartilham seus segredos com o público em geral. É o caso de Patricia Fripp, uma profissional dos discursos, que compartilhou em um breve artigo uma seqüência de dicas para quem quer moldar sua forma de expressão para ajudar a passar uma impressão a seu público ou interlocutores.Lembre-se de que passar a impressão certa não basta: para ser efetiva, a impressão transmitida precisa corresponder à realidade. Mas todos nós já vimos apresentadores e palestrantes que dominam seu assunto mas não conseguem transmitir uma boa imagem sobre si próprios, o que acaba impedindo que eles comuniquem adequadamente a sua mensagem.Para evitar passar por esta mesma situação, veja algumas das dicas do artigo:

  • Para soar inteligente: diminua um pouco o ritmo da sua fala, isso permitir selecionar as melhores opções de vocabulário ao mesmo tempo em que passa a imagem de reflexão.
  • Para demonstrar polidez: nunca responda perguntas com apenas “sim” ou “não”. Forme frases completas: “Sim, eu o conheci em uma visita anterior”, “Não, os dinossauros não coexistiram com o homo sapiens”.
  • Para soar mais articulado: faça um esforço para pronunciar todos os fonemas de cada palavra, com atençao especial ao final de todas elas.

Veja mais algumas sugestões:

  • Evitar usar erradamente palavras como “coisa” e “tipo…”
  • Falar “hum”, “éééé…”, “bem” ou “né?” onde deveria haver apenas pausas
  • Evite gírias e palavras “da moda”
  • Entenda as demandas de sua audiência, e satisfaça-as.
  • Domine o assunto sobre o qual irá falar (é óbvio, mas quanta gente desobedece essa?)
As duas últimas provavelmente são as mais importantes de todas. Sozinhos, nenhuma técnica ou modelo são capazes de garantir um bom discurso, apresentação ou participação em reunião, mas todo mundo pode aperfeiçoar seus métodos, e aprender com as experiências dos profissionais do ramo.
 

 

 

Power Point – 6 dicas para passar suas mensagens com efetividade

Setembro 18, 2008 por douglaskaustchr

Apresentações são um mal necessário, mas já que não podemos escapar delas, ao menos devemos nos esforçar para realizá-las com efetividade.

Todo mundo já assistiu a apresentações que deram errado: encontre um apresentador despreparado, um auditório mal planejado, slides superlotados de mensagens e uma platéia desinteressada, coloque todos estes ingredientes juntos às 13h30min de um dia de sol, e está pronta a receita do desastre.

Mas com as dicas abaixo, você aumenta suas chances de fazer uma apresentação memorável, transmitindo suas idéias na íntegra e não apenas informando, mas também convencendo o público.
Para uma apresentação bem-sucedida, lembre-se sempre:

Releia os slides – Passe, repasse e repita. Examine os títulos, os alinhamentos, as ilustrações. Não há nada torto ou deslocado? Algum texto ilegível? Talvez sobreposto? A ordem está correta? Todo slide tem um título enfatizando a sua idéia central? Após corrigir… releia mais uma vez!
Ensaie – Pratique sua apresentação, sozinho a princípio, e depois para um pequeno grupo, se você puder. Peça para alguém se posicionar bem longe e avaliar se consegue ler seus slides. Use um relógio e cronometre quanto tempo você passa em cada slide – e tente deslocar o ponto de equilíbrio, de modo a reservar mais tempo para os slides mais importantes no contexto da sua apresentação. Quando terminar de ensair, ensaie de novo!
Use bem seu apontador – Se for um bom apontador laser, não o use como uma âncora fixando você ao chão: você precisa usar bem o seu espaço, movimente-se e gesticule. Quando for apontar, realmente aponte, e não fique circulando ao redor de uma grande área do slide – só você acha que o círculo é pequeno e que o ponto que você deseja enfatizar é óbvio. Se puder, invista em um bom apontador.
Cuidado com o notebook – Teste tudo antes, inclusive a conexão com o projetor e com o sistema de som, se for o caso. Desative o screensaver e qualquer programa que possa interromper sua apresentação ou sobrepor alguma informação a ela. E não fale olhando para a tela do notebook – se você precisa olhar para sua apresentação, olhe para ela na tela onde está sendo projetada. Lembre-se que o público tende a tentar olhar para onde você estiver olhando.
Apresente-se na abertura – Mesmo que o mestre de cerimônias já tenha dito quem você é, apresente-se mais uma vez, de forma simpática e cuidando especialmente da sua pronúncia ao dizer seu nome. Pratique antes, se para você não for natural dizer algo como “Boa tarde, meu nome é Augusto e vamos passar 30 minutos interessantes examinando as razões pelas quais os projetos têm sucesso – sintam-se à vontade para interromper sempre que quiserem perguntar algo”.
Atenção aos slides iniciais – É nos slides iniciais que você conquista ou joga fora a atenção da platéia – começar um texto ou apresentação é uma arte em si. Capriche especialmente no visual deles, e se esforce para memorizá-los (bem como os demais fatos relacionados ao tema deles) de forma destacada. Vale a pena.
fonte: efetividade.net

10 dicas para criar/usar melhor seus cartões de visita

Setembro 18, 2008 por douglaskaustchr

A globalização, os relacionamentos cada vez mais abertos entre empresas e consumidores (B2B, B2C, terceirização, etc.) e o avanço da virtualização fazem com que os cartões de visita, esta herança européia do século XVII (embora já usados na China desde o século XV), sejam cada vez mais úteis e necessários para tornar mais efetivos os contatos pessoais que você faz com clientes, fornecedores e parceiros em potencial, em eventos, reuniões, feiras de negócios e qualquer outra situação social.

Se você ainda não tem ou não usa cartões de visitas, talvez esteja na hora de repensar esta atitude. Mesmo que sua atividade profissional não exija, ou se você ganha a vida on-line, você vai notar o quanto eles são úteis no primeiro evento em que alguém quiser o seu contato e você puder entregar o cartão com todas as informações – e perceber o efeito que isto causa no receptor.

Você não precisa ir tão longe a ponto de fazer cartões em plástico translúcido como o da foto acima. Imprimir na gráfica uma quantidade razoável de bons cartões de visita é surpreendentemente barato, e eles podem fazer toda a diferença entre você e os demais presentes em qualquer situação social ou de negócios que possa vir a gerar a necessidade de novo contato posterior.

Veja abaixo as 10 dicas para que seus próximos cartões de visitas gerem o maior retorno possível.

O seu cartão de visitas pode ser a ferramenta essencial que vai comunicar a sua credibilidade, as informações de contato e (idealmente) evocar no portador a lembrança do contato que ele teve com você, no momento em que ele precisar de algo que você tenha oferecido.

Por esta razão, sempre carregar consigo cartões de visita de boa qualidade é essencial – nunca se sabe quando você irá encontrar um potencial cliente, fornecedor ou parceiro. E não os economize – leve-os em um bolso fácil de alcançar e entregue-os livremente, preferencialmente no início da conversação. Vale a pena ter também uma pilha no carro, outra em casa e, naturalmente, uma no escritório. Outra dica é incluir um cartão em todas as correspondências que você envia.

Se quiser ser especialmente lembrado, no momento da entrega anote no verso do cartão alguma informação relevante sobre o tema da conversa – as experiências demonstram que este gesto simples reduz em muito o índice de o cartão ser descartado imediatamente após a conversação, e também aumenta o recall posteriormente.

Dito isto, vamos às 10 dicas para criar o modelo de cartão de visitas ideal:


  1. Imprima na gráfica. Ninguém com mais de 13 anos deve usar cartões impressos em casa, a não ser que seja um profissional do design e saiba muito bem o que está fazendo. Aqueles formulários para impressão de cartão de visitas que estão à venda na papelaria servem para muitas coisas criativas, mas não para basear a primeira impressão profissional que você vai causar.
  2. Se puder, consulte um profissional. Um designer profissional conhece e percebe detalhes que os leigos nem imaginam – além de estarem aptos a impedir você de praticar pecados capitais, como usar várias fontes e cores de texto diferentes, pouco contraste ou imagens que chamem mais atenção que seu nome.
  3. Use formatos padronizados. Você sabia que existe uma norma ISO para as dimensões de cartões de identificação? É a ISO 7810, e ela define 3 formatos básicos, dos quais o ID-1 é o mais freqüentemente usado para cartões de visita. Toda pasta, fichário e scanner de cartões de visitas leva em conta estes formatos, e você não vai querer que seu cartão não possa ser armazenado ou scanneado.
  4. Inclua todas as informações básicas. Seu cartão deve incluir seu nome completo, ou na forma pela qual você é conhecido no mercado em que atua. Ele deve trazer o nome da sua organização, seu cargo, o endereço físico, telefone corporativo, fax (se for o caso), e-mail e URL. Um logotipo (mas só se for “de verdade” – nada de incluir uma imagem de clip art!), frase ou slogan descrevendo sua atividade (ou seu diferencial) e o número do celular são adicionais bem-vindos. Considere com cuidado se deseja ir além disso, mas não corra o risco de um contato não conseguir encontrá-lo, mesmo tendo o seu cartão, porque você não colocou informações suficientes. E imprima todas as informações importantes na mesma face do cartão, caso contrário uma parte delas perderá a efetividade no momento em que o cartão for arquivado em uma pasta ou scanneado.
  5. Seja diferente, mas sem exagerar. Se você tiver interesse e o orçamento para isso, pode ser bastante criativo sem sair do formato comum. Use uma cor de fundo, imprima em plástico rígido ou um material emborrachado, coloque um diagrama ou tabela no verso, inclua uma mensagem em Braille (mesmo que ninguém nunca a leia, todos lembrarão de você), arredonde os cantos, imprima em mini-CDs… As possibilidades são infinitas, mas neste caso vale muito a pena seguir com atenção a dica número 2.

6.      Saiba quando imprimir pequenas quantidades de cartões especiais. Vai palestrar em um evento importante? Que tal imprimir uma série limitada de cartões de visita especialmente para a ocasião, usando o mesmo tema visual dos seus slides, e colocando no verso o tópico principal da sua apresentação? Ninguém que você conhecer lá vai esquecer de você.

7.      Verifique, e depois verifique de novo, se tudo está escrito certo. Entregue para mais alguém verificar, também. Confira cada número, cada vírgula, cada acento. E se alguma das informações mudar, imprima novos cartões imediatamente – nada de corrigir com caneta o número do celular que mudou!

8.      Menos é mais. Nada de usar várias fontes diferentes, imagens intrincadas, todas as cores do arco-íris ou incluir um calendário (ou a tabela da copa do mundo, como eu já vi) no verso do cartão. Simplicidade é a chave, e idealmente deve haver espaço sobrando para que alguém possa fazer anotações no seu cartão sobre a conversa que teve com você.

9.      Dê destaque para seu nome. O único elemento do cartão que pode ser mais visível do que o seu nome é o logotipo da empresa.

10.  Cuide bem de seus cartões. Leve-os em um estojo rígido. É fácil encontrar porta-cartões de visita em qualquer papelaria.

fonte: efetividade.net